[red]Christmas is coming.
Não sei se eu gosto dessa idéia. Primeiro que tudo fica mais caro e é como se todo mundo estivesse fazendo aniversário, porque é presente que não acaba mais. E, no fim das contas somadas, o fato de receber o décimo terceiro não significa que você vai ter mais dinheiro, e sim, que você vai gastar como se tivesse.
(Mas eu preciso FRISAR que eu A-DO-RO dar presente. O único problema é que não há dinheiro para dar a todos tudo o que eu quero.)
Segundo que a festa tem um clima bem down. Eu penso que quem já tá meio na lama, chega no Natal e se mata. É quando a gente lembra dos defuntos, mendigos, inválidos, válidos inúteis, pobres, sem olho, sem braço, sem coração. É quando você se acusa por ter sido má filha, neta, prima, sobrinha, amiga, namorada, aluna, funcionária, estranha.
Prefiro muito mais Ano Novo, porque é um clima de renovação. Aquelas lágrimas por não ter sido tão boa pessoa dão lugar a um sorriso de esperança, porque assim que o relógio apontar o primeiro segundo de mais doze meses, sua alma será limpa com as lágrimas de Deus (que esteve esse tempo todo emocionado com o seu arrependimento) e pronto... Tudo ficará bem!
Mas deixa só o trabalho voltar ao normal (o meu TÁ normal), o dinheiro acabar (o meu já acabou), a mãe reclamar (isso não para), o namorado brigar (nem tenho namorado), os professores cobrarem os trabalhos... Ah, aí o ano começa.
Deve ser por isso que eu não gosto do Natal. É só a parte ruim do novo chegando. A percepção de algo está errado. A consciência da mudança. A parte em que você se acha um lixo, chora, briga, faz as pazes, participa de bolões e rifas que não vão te levar a lugar nenhum e come feito uma condenada.
Já o Ano Novo é uma lufada de esperança. É como um copo de água geladinha no meio do deserto do Atacama. É muito bom, mas passa num piscar de olhos. E vai acabar tão rápido que você não vai perceber.
Portanto, se você deseja muito algo, não jure, prometa, espere. Faça. Não importa o quanto você errou, não importa o quanto a outra pessoa errou. Pegue este pequeno embrulho de esperança e realize coisas. Fira o orgulho, esqueça o que você já não pode mais mudar, perdoe quem tem que perdoar.
Faça isso porque você quer, não porque é Natal. Ainda haverá guerra, morte, injustiça, tristeza, pobreza. O próximo ano não será diferente do que passou. A não ser que você queira que ele seja.
Tenha um bom Natal e um próspero Ano Novo. E agora eu entendo porque a frase é sempre a mesma.[/red]
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Perfil Orkut I
Eu sou essa figura vermelha com cara de "procurada muito doida".
Bem. Tenho um emoticon no MSN chamado "ma*". E, toda vez que eu vou corrigir uma palavra com a mesma terminação, ele sai de ousado.
Ex:
Noelle says: Então, Fulano, esse é o poblema.
Noelle says: proble[b]EMOTICON[/b]
Eu poderia, simplesmente, retirar o asterisco do atalho, mas não. Ele vai ficar LÁ, até eu aprender a deixar de ser idiota e lembrar das coisas.
Com certeza, eu tenho uma plaquinha escrito "IDIOTA" pendurada em mim, mas já procurei, procurei, procurei (no intuito de arrancá-la) e não encontro. Mas o que eu acho incrível mesmo é que tem um monte de gente que enxerga e [i]acredita[/i] nela! Mas não sou, não, viu, gente?
Acho legal, também, esse povo que fica me chamando para programas super baratos [/ironia], sendo que eu só falto berrar que eu NÃO TENHO DINHEIRO, visto que eu sou assaltada espontaneamente todo mês quando pago a minha faculdade. Porra, já não basta o meu pranto todo dia primeiro, quando eu saco meu salário e dou ao cara do banco (que, por sinal, já me ofereceu até uma aguinha com açúcar), ainda tenho que ficar relembrando que eu tô zerada?
Falando em pobreza, eu redescobri a praia. Ô, lugarzinho bom! Lindo, de graça e, a depender de qual seja, tranquila. Um dia desses, eu tava sem fazer nada (e sem money), aí resolvi ir para a praia da Penha, que é perto da Ribeira (onde eu moro). Já tinha tomado sol na frente, queria tostar a parte traseira da picanha, mas não queria que ninguém ficasse olhando minha bunda.
Veja bem: de frente, eu percebo nitidamente quem está olhando DEMAIS para mim (a não ser aqueles que usam a tática dos óculos escuros) e posso colocar a toalha em cima das partes cruciais. De costas, não tem como. Não que eu seja um espetáculo de mulher, mas veja só, não gosto que fiquem me olhando. Aí você diz: "então não vá pra praia". Vou. O problema é que, definitivamente, não posso ir pra praia da RIBEIRA e adjacências.
Enfim, tava eu na Penha, quando resolvi alugar um colchão d'água. Oito reais uma hora. UM ROUBO. Só porque eu sou branquela e o cara viu que eu não costumava ir à praia. Minha vizinha, queimadinha do Sol, confirmou o delito quando disse que paga um real MEIA HORA. Preconceito racial.
Ok, lá fui eu tomar sol nas costas, no colchão, no mar. Dormi. Quando acordei, o povo da orla tava parecendo bonequinho de lego: minúsculo. E eu com aquela moleza de um recém-acordado, como remo para a borda? Consegui, felizmente. Com muito custo, mas voltei.
Chegando à areia, ofegante, o alugador de bóias disse: "Ih, menina, se você chegasse um pouco mais longe, eu ia mandar o menino te buscar, vi que você dormiu!". Mais longe, tipo, quando um navio passasse por cima? Mentira! Ele só mandaria o assistente dele me resgatar quando minha hora terminasse.
O que eu quero dizer é que eu ADORO esse tipo de gente que espera você sair do sufoco para dar uma de boa praça e atestar que te salvaria, quando já não é mais necessário. Eu estava quase em alto-mar, gente! Um pouco mais longe e eu chegava em Itaparica!
Amo, também, esse pessoal que, no ônibus, estaciona ao lado do motorista e [i]não vai descer[/i]. Um dia, ainda vou chegar no trabalho com um olho roxo e, ao ser questionada sobre como adquiri aquela maquiagem estupenda, direi, COM ORGULHO: "empurrei uma mulher do ônibus".
E o Orkut não me deixa mais escrever.
addifuwant
bjsmeliga
Bem. Tenho um emoticon no MSN chamado "ma*". E, toda vez que eu vou corrigir uma palavra com a mesma terminação, ele sai de ousado.
Ex:
Noelle says: Então, Fulano, esse é o poblema.
Noelle says: proble[b]EMOTICON[/b]
Eu poderia, simplesmente, retirar o asterisco do atalho, mas não. Ele vai ficar LÁ, até eu aprender a deixar de ser idiota e lembrar das coisas.
Com certeza, eu tenho uma plaquinha escrito "IDIOTA" pendurada em mim, mas já procurei, procurei, procurei (no intuito de arrancá-la) e não encontro. Mas o que eu acho incrível mesmo é que tem um monte de gente que enxerga e [i]acredita[/i] nela! Mas não sou, não, viu, gente?
Acho legal, também, esse povo que fica me chamando para programas super baratos [/ironia], sendo que eu só falto berrar que eu NÃO TENHO DINHEIRO, visto que eu sou assaltada espontaneamente todo mês quando pago a minha faculdade. Porra, já não basta o meu pranto todo dia primeiro, quando eu saco meu salário e dou ao cara do banco (que, por sinal, já me ofereceu até uma aguinha com açúcar), ainda tenho que ficar relembrando que eu tô zerada?
Falando em pobreza, eu redescobri a praia. Ô, lugarzinho bom! Lindo, de graça e, a depender de qual seja, tranquila. Um dia desses, eu tava sem fazer nada (e sem money), aí resolvi ir para a praia da Penha, que é perto da Ribeira (onde eu moro). Já tinha tomado sol na frente, queria tostar a parte traseira da picanha, mas não queria que ninguém ficasse olhando minha bunda.
Veja bem: de frente, eu percebo nitidamente quem está olhando DEMAIS para mim (a não ser aqueles que usam a tática dos óculos escuros) e posso colocar a toalha em cima das partes cruciais. De costas, não tem como. Não que eu seja um espetáculo de mulher, mas veja só, não gosto que fiquem me olhando. Aí você diz: "então não vá pra praia". Vou. O problema é que, definitivamente, não posso ir pra praia da RIBEIRA e adjacências.
Enfim, tava eu na Penha, quando resolvi alugar um colchão d'água. Oito reais uma hora. UM ROUBO. Só porque eu sou branquela e o cara viu que eu não costumava ir à praia. Minha vizinha, queimadinha do Sol, confirmou o delito quando disse que paga um real MEIA HORA. Preconceito racial.
Ok, lá fui eu tomar sol nas costas, no colchão, no mar. Dormi. Quando acordei, o povo da orla tava parecendo bonequinho de lego: minúsculo. E eu com aquela moleza de um recém-acordado, como remo para a borda? Consegui, felizmente. Com muito custo, mas voltei.
Chegando à areia, ofegante, o alugador de bóias disse: "Ih, menina, se você chegasse um pouco mais longe, eu ia mandar o menino te buscar, vi que você dormiu!". Mais longe, tipo, quando um navio passasse por cima? Mentira! Ele só mandaria o assistente dele me resgatar quando minha hora terminasse.
O que eu quero dizer é que eu ADORO esse tipo de gente que espera você sair do sufoco para dar uma de boa praça e atestar que te salvaria, quando já não é mais necessário. Eu estava quase em alto-mar, gente! Um pouco mais longe e eu chegava em Itaparica!
Amo, também, esse pessoal que, no ônibus, estaciona ao lado do motorista e [i]não vai descer[/i]. Um dia, ainda vou chegar no trabalho com um olho roxo e, ao ser questionada sobre como adquiri aquela maquiagem estupenda, direi, COM ORGULHO: "empurrei uma mulher do ônibus".
E o Orkut não me deixa mais escrever.
addifuwant
bjsmeliga
domingo, 29 de novembro de 2009
Hoje eu concluí o meu plano. Graças a Deus, não tive muito problema em fazê-lo. Faz um tempo que eu decidi que deveria fazer isso. Parece coisa de cinema, sabe? Onde você acorda numa manhã e, simplesmente, descobre que o melhor a se fazer não é esquecer de quem você gosta, e sim, fazer com que quem você gosta te odeie.
Eu sei que isso é meio cinematográfico e infantil, mas eu já não suportava mais o peso que esse sentimento me fazia carregar. Quando eu estou conversando com ele, eu me sinto o lixo mais podre do mundo todo. Sinto como se eu fosse um ser desprezível, digno de pena e outros sentimentos inferiores. Ele me faz sentir assim ou eu fiz com que ele me desprezasse? Eu não sei e não quero saber.
Há alguns meses, eu acordei, após mais um sonho onde tudo era lindo e azul, e pensei que eu tinha que fazê-lo me odiar, porque mesmo quando eu o odiava, não conseguia ser cruel. Mas ele conseguia. E se ele fosse cruel comigo, quem sabe meu coração não se revirasse de angústia e ódio e esse sentimento estúpido que eu carrego até hoje pudesse, simplesmente, sumir?
E fiz. Aguardei pacientemente por cada fala, reclamei metodicamente sobre tudo, inventei assuto para falar sobre nada. Fui nojenta, fui insistente, fui chata, fui reclamona, fui egoísta, fui impulsiva. Fui muito eu. Aflorei todos os meus defeitos e enfiei uma máscara contendo tudo o que ele não suporta sobre mim. E fui assim, só pra ele, só assim.
Consegui guardar esse segredo, fui forte. Não contei a uma alma viva. Agora eu preciso desabafar, ou sinto que vou morrer. As pessoas me reprovariam, mas e daí? Quem é que realmente e ajuda quando eu estou precisando? Eu. Então somente eu tinha o direito de saber o que estava fazendo.
A cada noite que ele me tratava mal, eu chorava e chorava e chorava. Pensava que aquilo doía muito mais do que, simplesmente, esquecer tudo isso. Mas se eu tinha consciência de que, para mim, era muito difícil sumir e, simplesmente, esquecer, eu tinha certeza de que se ele quisesse, ele realmente faria isso.
Ensaiei umas recaídas, mas fui segura naquilo que queria. Fui muito forte. O contato físico me fez balançar. Hesitei, pensei em abrir o jogo, mas quem acreditaria? Afinal de contas, eu estava realmente sendo eu mesma. Só que numa versão trinta mil vezes piorada.
Hoje eu acho que consegui o que eu queria. Ele vai sumir e para sempre. O meu sentimento continua aqui e vai continuar por um tempo ainda. Mas vai passar. E sabendo que ele não me suporta, vai pasar mais rápido ainda.
Eu estou totalmente consciente de que, optando por isso, eu perco a amizade de alguém que eu gosto, mas e daí? Digo, E DAÍ? Ele nunca pareceu se importar mesmo. Se se importou, foi em silêncio. O que, para uma pessoa absurdamente insegura como eu, é o mesmo que não dar a mínima.
Mas agora já está tudo feito, eu não tenho do que lamentar. Afinal de contas, tudo deu certo como eu planejei. Ele não me suporta mais, eu continuo com o frescor de um sentimento que, um dia, eu gostei de ter.
No fim de tudo, eu realmente tenho certeza de que ele perdeu muito. Perdeu o que muitas pessoas procuram e nunca encontram: um amor sincero. Meio doido, mas sincero. Tão sincero que, se você me perguntar o motivo de eu gostar dele (ainda que seja menos agora), eu não sei te responder. Não há nada de extraordinário nele. Ele não é um príncipe e isso realmente nunca foi o que eu esperei dele. Posso citar milhões de defeitos e poucas qualidades, mas, ainda assim, eu gosto. Não me importa se não temos nada a ver, eu gosto.
Mas desejo não gostar mais. E sei que vou conseguir, é só uma questão de tempo.
Graças a Deus os blogs existem. E agora eu digo que não coloquei o nome dele aqui, porque quando alguém me perguntar para quem eu escrevi essas linhas cheias de drama, eu espero que eu já tenha esquecido.
I am taking back my life.
Eu sei que isso é meio cinematográfico e infantil, mas eu já não suportava mais o peso que esse sentimento me fazia carregar. Quando eu estou conversando com ele, eu me sinto o lixo mais podre do mundo todo. Sinto como se eu fosse um ser desprezível, digno de pena e outros sentimentos inferiores. Ele me faz sentir assim ou eu fiz com que ele me desprezasse? Eu não sei e não quero saber.
Há alguns meses, eu acordei, após mais um sonho onde tudo era lindo e azul, e pensei que eu tinha que fazê-lo me odiar, porque mesmo quando eu o odiava, não conseguia ser cruel. Mas ele conseguia. E se ele fosse cruel comigo, quem sabe meu coração não se revirasse de angústia e ódio e esse sentimento estúpido que eu carrego até hoje pudesse, simplesmente, sumir?
E fiz. Aguardei pacientemente por cada fala, reclamei metodicamente sobre tudo, inventei assuto para falar sobre nada. Fui nojenta, fui insistente, fui chata, fui reclamona, fui egoísta, fui impulsiva. Fui muito eu. Aflorei todos os meus defeitos e enfiei uma máscara contendo tudo o que ele não suporta sobre mim. E fui assim, só pra ele, só assim.
Consegui guardar esse segredo, fui forte. Não contei a uma alma viva. Agora eu preciso desabafar, ou sinto que vou morrer. As pessoas me reprovariam, mas e daí? Quem é que realmente e ajuda quando eu estou precisando? Eu. Então somente eu tinha o direito de saber o que estava fazendo.
A cada noite que ele me tratava mal, eu chorava e chorava e chorava. Pensava que aquilo doía muito mais do que, simplesmente, esquecer tudo isso. Mas se eu tinha consciência de que, para mim, era muito difícil sumir e, simplesmente, esquecer, eu tinha certeza de que se ele quisesse, ele realmente faria isso.
Ensaiei umas recaídas, mas fui segura naquilo que queria. Fui muito forte. O contato físico me fez balançar. Hesitei, pensei em abrir o jogo, mas quem acreditaria? Afinal de contas, eu estava realmente sendo eu mesma. Só que numa versão trinta mil vezes piorada.
Hoje eu acho que consegui o que eu queria. Ele vai sumir e para sempre. O meu sentimento continua aqui e vai continuar por um tempo ainda. Mas vai passar. E sabendo que ele não me suporta, vai pasar mais rápido ainda.
Eu estou totalmente consciente de que, optando por isso, eu perco a amizade de alguém que eu gosto, mas e daí? Digo, E DAÍ? Ele nunca pareceu se importar mesmo. Se se importou, foi em silêncio. O que, para uma pessoa absurdamente insegura como eu, é o mesmo que não dar a mínima.
Mas agora já está tudo feito, eu não tenho do que lamentar. Afinal de contas, tudo deu certo como eu planejei. Ele não me suporta mais, eu continuo com o frescor de um sentimento que, um dia, eu gostei de ter.
No fim de tudo, eu realmente tenho certeza de que ele perdeu muito. Perdeu o que muitas pessoas procuram e nunca encontram: um amor sincero. Meio doido, mas sincero. Tão sincero que, se você me perguntar o motivo de eu gostar dele (ainda que seja menos agora), eu não sei te responder. Não há nada de extraordinário nele. Ele não é um príncipe e isso realmente nunca foi o que eu esperei dele. Posso citar milhões de defeitos e poucas qualidades, mas, ainda assim, eu gosto. Não me importa se não temos nada a ver, eu gosto.
Mas desejo não gostar mais. E sei que vou conseguir, é só uma questão de tempo.
Graças a Deus os blogs existem. E agora eu digo que não coloquei o nome dele aqui, porque quando alguém me perguntar para quem eu escrevi essas linhas cheias de drama, eu espero que eu já tenha esquecido.
I am taking back my life.
terça-feira, 13 de maio de 2008
O INÍCIO DO FIM
Era, mais ou menos, 10:00h da manhã quando alguém teve a brilhante idéia de fazer um filme. Um filme onde nós poderíamos realizar a fantasia que morasse na cabeça de cada um de nós... Um filme que teria cenas brutais, saídas de uma das mentes maquiavélicas, e cenas doces e românticas, saídas da cabeça de alguma idiota sentimental.
Claro que a brutalidade da idéia saía da minha. E começamos a planejar o filme nos intervalos das falas do professor. Mas, infelizmente, alguém realista nos lembrou o quanto aquilo seria difícil, e deu a idéia de escrevermos um livro. Genial!
Inicialmente, eram três cabeças pensando. De repente, eram quatro. E a nova colaboradora do livro, há uns três meses, seria a protagonista da cena da tortura, de tanto que a odiávamos. Mas o clima mudou e nós estávamos juntas para escrever um livro! Que coisa.
Assim começou a jornada. E o enredo está pronto esperando apenas ser redigido pelas mãos da fada madrinha.
Let's go, baby!
(Yeah!)
Claro que a brutalidade da idéia saía da minha. E começamos a planejar o filme nos intervalos das falas do professor. Mas, infelizmente, alguém realista nos lembrou o quanto aquilo seria difícil, e deu a idéia de escrevermos um livro. Genial!
Inicialmente, eram três cabeças pensando. De repente, eram quatro. E a nova colaboradora do livro, há uns três meses, seria a protagonista da cena da tortura, de tanto que a odiávamos. Mas o clima mudou e nós estávamos juntas para escrever um livro! Que coisa.
Assim começou a jornada. E o enredo está pronto esperando apenas ser redigido pelas mãos da fada madrinha.
Let's go, baby!
(Yeah!)
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